Cara leitora / caro leitor, Macondo -- esclareço às novas gerações, pois as veteranas devem ter ouvido, senão lido, sobre ela -- é a cidade imaginária de Gabriel García Márquez em sua obra-prima, Cien años de soledad , com a qual se tornou celebrado Prêmio Nobel de Literatura em 1968. Sucupira -- também para as novas gerações -- é a cidade ficcional com a qual Dias Gomes contextualizou uma das maiores obras de sua genialidade como dramaturgo combativo e irreverente, O bem-amado , na televisão e no cinema. Desculpe-me, leitor/a, mas depois que o "professor Goógre" [assim mesmo, sem qualquer afã de "falar ingrês"!] entrou em nossas vidas não é mais preciso descrever, analisar ou resumir estas obras: cada qual pode, autônoma e livremente, procurar a melhor explicação que lhe aprouver. Só quero deixar registrada minha admiração, profunda gratidão, pelos geniais autores do gênero literário -- realismo mágico ou surrealismo, como preferir -- que povoou o acanhado imaginár...
"Macondo", inspirada na obra imortal de Gabriel García Márquez, "Cien Años de Soledad". O compositor é o peruano Daniel Camino Díez Canseco, um ano depois de publicada a obra clássica. O intérprete que celebrizou a canção é o cantor e compositor mexicano Óscar Chávez desde a primeira gravação, em 1971. MACONDO Los cien años de Macondo sueñan Sueñan en el aire Y los años de Gabriel trompetas Trompetas lo anuncian Encadenado a Macondo sueña Don José Arcadio Y ante el la vida pasa haciendo Remolinos de recuerdos La tristeza de Aureliano, el cuatro La belleza de Remedios, violines Las pasiones de Amaranta, guitarras El embrujo de Melquiades, oboes Ursula, cien años, soledad Macondo Ursula, cien años, soledad Macondo Eres, epopeya del pueblo olvidado Forjado en cien años de amor esa historia Eres, epopeya del pueblo olvidado Forjado en cien años de amor esa historia Me imagino y vuelvo a vivir En mi memoria quemada al sol Mariposas amarillas, Mauricio Babilonia Mariposas...
"Se va como se puede, no como se quiere..." Misto de poeta e profeta, Don Ciriaco era um trabalhador rural de nacionalidade paraguaia nos tempos do cosmopolitismo local. Se ele tinha alguma propriedade? Não, do mesmo jeito que veio se foi, não sem deixar um legado para a posteridade, graças à generosidade do saudoso Doutor Lício. "Se va como se puede, no como se quiere..." Sábias palavras de Don Ciriaco, primeiro cliente como "advogado dativo" do saudoso Amigo e Advogado Lício Benzi Paiva Garcia, diversas vezes presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB local. Ele me contara essa quase parábola pouco antes de sua eternização, no início deste milênio. Embora trágica (a história de Don Ciriaco), é emblemática: em fins da década dos cinquenta do século XX, o então recém-formado bacharel em Direito retorna à sua terra para se preparar para o Exame da Ordem e abrir seu escritório jurídico. Trabalhista histórico, o Advogado Lício Benzi, antes de atender c...
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